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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Agradecer

Talvez por aquilo que passei, ou talvez não, talvez seja assim com todos os pais, mas raramente me esqueço de como era sem o Samuel. Ou de que podia ainda ser assim, se o destino tivesse sido mais cruel.
Talvez por isso seja mais tolerante, mais paciente, mais agradecida pela benção que ele é na nossa vida.

Esta manhã só me quis a mim, a mamã como ele já diz tão bem, e aninhou-se no meu colo e ficamos aos abracinhos e eu pensei que ia rebentar de amor

É um cliché dizer a quem está a passar por uma situação de infertilidade para não desistir e ser forte, porque a recompensa é tão maior que o sofrimento passado. Mas eu sei que o sofrimento é grande e não deixa ver muito para além dele, mas acreditem que quando chega o vosso momento e o destino vos sorri, é bom demais!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

De volta

Ainda estou por aqui!! Embora já não saiba se ainda tenho alguém para me ouvir...

Sempre critiquei quem tinha filhos e depois deixava os blogs, que disparate, querem ver que não têm 5 minutos para escrever qualquer coisinha?!
Mas como li no outro dia: eu também era muito boa mãe antes de ter filhos! Não é que não tenha 5 minutos, nem é sequer que não tenha vontade de cá voltar, mas o tempo escorre pelas mãos, a cabeça ainda não voltou ao lugar (voltará algum dia?) e sem que dê por isso, passam-se dias, semanas, meses...

Hoje é o dia! 
Como estão as coisas? Maravilhosas!! Já não tenho um bebé, tenho um menino de (quase) 16 meses que é mais, muito mais do que eu podia sequer ter imaginado.

Sou um cliché ambulante: sim é o melhor da vida! Mas é também o mais cansativo e exigente. Nada na minha existência será melhor ou mais difícil do que criar um filho.

Não voltei atrás para ler o que escrevi, mas sei que os primeiros meses foram agridoces, a adaptação foi lenta, as hormonas andaram descontroladas, a amamentação foi difícil, mas os meses passaram e estou muito mais equilibrada. Ainda não me voltei a encontrar totalmente, não sei bem explicar mas perdi muito da minha identidade em todo este processo. Sou mãe galinha e vivo muito para o Samuel, delego muito pouco e sou péssima a pedir ajuda, mas estou a tentar melhorar porque afinal não consigo fazer tudo...

Tanto daquilo que pensava ou acreditava antes de ter filhos ficou pelo caminho, não por necessidade, mas por crença de que se respeitar o tempo do meu filho as coisas acontecem naturalmente. Tornei-me adepta da parentalidade com apego, do co-sleeping e da amamentação prolongada. Não são opções para toda a gente, nem eu sei mais que ninguém, o meu conselho é apenas que escutem o vosso coração e observem o vosso filho. Não sintam culpa por colo ou mimo, não se deixem levar por pressões de terceiros, façam o que te vos fizer mais sentido, façam o que sintam melhor para vocês e para o vosso filho.

Como disse, a amamentação continua, as dificuldades dos primeiros meses foram ultrapassadas e agora são momentos de muito amor e cumplicidade entre nós. A maminha ajuda em tudo: na fome, na dor, na doença, no sono... É só vantagens!! ;)

Voltei ao trabalho em dezembro, foi horrível, as horas longe dele parecia que me abriam um buraco no peito... Mas fomos-nos habituando os dois e agora o tempo passa a correr. Felizmente a empresa permite-me fazer as 6h de seguida, então consigo ir buscá-lo cedo. Está com a minha sogra, tendo essa opção, não consegui deixa-lo com estranhos e está a correr muito bem. Ela faz as coisas da forma que lhe pedimos (enfim, quase tudo) e eles adoram-se!

Agora estamos de férias, as primeiras a 3, e é tão bom!!! Há qualquer de mágico em ver as coisas pelos olhos de uma criança, tudo é novidade e as reacções que ele tem com as coisas mais simples são deliciosas.

O rapaz tem 11 dentes, começou a andar antes dos 13 meses, mas está demorado para falar. Percebe tudo, mas só diz algumas palavras e imita alguns animais e objetos. Lá chegaremos a seu tempo.

Antes de me despedir, queria só registar o orgulho que tenho no meu corpo. Se juntarmos alguma insegurança à infertilidade, acabamos por olhar para nós com algum desgosto. Mas tudo isso foi substituído por um orgulho imenso num corpo que criou um bebé saudável durante 9 meses, o pariu, o alimentou em exclusivo durante 6 meses, continua a alimentá-lo e pela sua resiliência pelas noites de sono interrompido.
 heart emoticon

 heart emoticon  

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Imaginem

Imaginem que já se tinham passado 5 meses.
Imaginem que a licença tinha terminado.
Imaginem que o tínhamos inscrito numa creche.
Imaginem que o meu pequenito ia ficar ao cuidado de outra pessoa.
Imaginem que eu era uma adulta a sério e que a vida é mesmo assim e que só custa ao princípio.

Pois... Eu não consegui imaginar! Falei com a empresa e pedi mais tempo. Felizmente a reacção deles foi positiva e cá continuamos nós, em modo mãe-a-tempo-inteiro.

5 meses! Acreditam que o Samuel já fez 5 meses? Ser mão dele é a melhor coisa da minha vida. Muito, muito melhor do que eu poderia ter imaginado. 
O início foi duro, muito difícil para mim, muito diferente do que eu estava à espera. A mudança, o cansaço, as hormonas, as dores, tudo junto tornaram as primeiras 6 semanas um pequeno inferno pessoal. Não tanto pelo bebé, que tem muito bom feitio, as dificuldades estavam, e ainda estão um pouco, em mim. É um trabalho muito bom, mas é também muito solitário. Depois as coisas começaram a entrar nos eixos, fomos criando uma rotina, fui conhecendo e percebendo melhor o meu filho, mas mais importante que tudo foi isto:


Ele começou a rir e há lá maneira de resistir a um sorriso destes??? Por muito cansada ou impaciente que esteja, tudo melhora quando ele ri.

O Samuel é o bebé mais simpático que conheço, ri muito e para toda a gente, não estranha sítios nem colos, pouco chora e dorme 12h por noite (acordando 2 vezes para mamar). O único problema são as sestas diurnas, ele faz 3 ou 4 por dia, mas nunca dorme mais do que 50min de cada vez e eu já tentei de tudo! (Alguma dica?) Ele não parece muito incomodado com isso, mas não dá tempo para eu fazer nada! Espero que melhore com a idade...

A amamentação continua a 100%, o que antes levava quase uma hora, agora fica despachado em 5 minutos. No próximo mês começaremos com a alimentação complementar.

Mais uma vez fica muito por dizer, mas as manhãs passam num instante, à tarde passeamos e fazemos ginástica e à noite descansamos, que isto é a melhor coisa do mundo, mas é também a mais cansativa!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O Parto

Tanta coisa para contar, vou então começar pelo princípio: o parto. Tão temido, tão planeado, tanta expectativa e afinal é uma parte tão pequena de tudo isto.

No dia 8 fomos ao hospital para ver como estavam as coisas, tudo ok, o colo estava mais permeável mas continuava tudo ainda atrasado. Estava a perder um pouco de líquido mas nada de grave e a médica deu-me a escolher entre ficar e induzir ou esperar mais uns dias. Ela aconselho ficarmos e foi isso que decidimos, fui internada às 10h, nunca pensei que só teria o meu menino nos braços 24h depois.
A médica pôs o primeiro comprimido e começou a espera. Fui sentindo aquelas contracções fraquinhas como sentia em casa, mas estava bem. O marido teve de sair e voltou na hora das visitas, esta foi a única altura em que ele não esteve ao pé de mim até ao nascimento. 
Almocei e a médica veio novamente ver como estávamos, pouca diferença da manhã então pôs o segundo comprimido. Depois do tempo de repouso, a ordem era andar lá pelos corredores para ajudar no processo, assim  fizémos. A meio da tarde começaram as contracções dolorosas, uma dor aguda na parte de baixo da barriga, ás vezes nas costas. Lá ia praticando a respiração que aprendi no curso e o marido ia fazendo umas massagens. Pelo meio alguns CTGs e toques, mas a dilatação estava a ser muito lenta e só depois dos 4cm é que me poderiam levar para o bloco de partos. As contracções foram-se tornando mais próximas e intensas e as dores foram piorando, pedi a bola de exercícios na esperança que ajudasse. Nesta altura já nem conseguia falar quando elas vinham... Os meus pais estavam na sala de espera e as enfermeiras permitiram que o meu marido ficasse comigo mesmo depois da hora das visitas. Eu já só lhe dizia, meio a brincar, meio a sério, que já não aguentava mais e que queria ir para casa.
Pela meia noite já tinha a dilatação necessária e passei para o bloco de partos. Pedi a epidural porque já não aguentava mais e ainda faltava tanto... Rebentaram-me as águas e nessa altura as dores pioraram muito. Lá veio o anestesista e as coisas começaram a acalmar, não fiquei totalmente anestesiada porque continuava a sentir as contracções do lado direito, mas era uma dor suportável. 
Foram umas horas muito estranhas, com a diminuição das dores ganhei um novo ânimo, pronta para o resto do trabalho de parto, mas tínhamos que esperar pelos 10cm da dilatação e isso só aconteceu de manhã. Foi como estar numa sala de operações, pronta para ser operada, mas em que nada acontecia. Não houve partos nessa madrugada então o silêncio era total. Como tudo estava tão calmo permitiram que a minha mãe ficasse na sala connosco. Descansámos, dentro do possível, e de 2 em 2h a enfermeira vinha vinha ver como estavam as coisas. Percebi pela conversa dela que ela não estava muito convencida de que iria conseguir ter um parto vaginal, o que me deixou um pouco triste por pensar que tanto trabalho ia acabar numa cesariana.
Pelas 8h o turno mudou, veio uma equipa nova e cheia de vontade de fazer o bebé nascer. Animaram-me bastante e voltei a acreditar que tanto esforço não tinha sido em vão. A dilatação estava quase completa e o médico mandou parar a anestesia para que eu fosse sentindo as contracções e aquela vontade de fazer força. As contracções eu já sentia, mas a vontade de fazer força nunca cheguei a sentir. Em cada contracção fazia a força conforme me tinham ensinado no curso, o que aliviava as dores.
Pelas 9h a dilatação estava completa e o bebé já tinha começado a descer. Prepararam tudo e o período expulsivo começou. Tinha uma enfermeira de cada lado, assim como o meu marido e a minha mãe e veio uma médica fazer o parto. Todos a puxarem por mim e a darem-me força em cada contracção que vinha. Tiveram que usar ventosas para dar uma ajudinha ao rapaz, mas pelas 10h em ponto ele saiu e foi um alívio imenso.

Limparam-no e puseram-no um bocadinho em cima de mim e foi surreal conhecer aquele serzinho que habitou a minha barriga tantos meses. A primeira coisa que lhe disse foi "Oh desgraçado!", acham normal?? Mas é que ele tinha um ar de quem tinha passado por muito também e aquilo saiu-me sem pensar!


Olhando para trás, foi difícil e longo, mas quando o bebé nasce parece que nos esquecemos de quase tudo o que acabámos de passar.

segunda-feira, 21 de abril de 2014


Desculpem a ausência, mas desde dia 9 que o meu coração bate fora do meu peito...  

Voltaremos assim que possível para contar tudinho.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mais uma que passou, menos uma que falta

Comecei à umas semanas o Curso de Preparação para o Nascimento no centro de saúde de Faro. Não posso ser mais elogiosa, estou a gostar muito! Desde os profissionais aos temas abordados, acho que está mesmo bem pensado e ajuda imenso na ansiedade do desconhecido que envolve o parto e o bebé. 

Gosto porque partilho a ideologia principal falada: a mulher foi feita para dar à luz (não no sentido redutor da coisa, fomos feitas para muito mais também), acho que nos últimos anos se foi criando a ideia de que não o sabemos fazer e que não vamos conseguir. Instala-se o medo da dor, de sermos inaptas, entrega-se tudo na mão dos médicos, optando muitas vezes por cesarianas sem que haja justificação médica. Cada mulher sabe de si, claro, não me cabe a mim criticar porque não sei o que me espera. Mas é muito giro ver como a natureza criou este processo e ás vezes coisas que não percebia porque tinham que ser assim difíceis, têm um objetivo, algo que vai ajudar o bebé em algum sentido.

São explicados todas as etapas normais e esperadas do trabalho de parto, a parte física e psicológica, sem paninhos quentes. Vai ser longo, vai ser cansativo e vai doer, mas a recompensa vai ser maior do que possamos imaginar. O marido tem ido às sessões que falam do nascimento em si, simulamos o trabalho de parto enquanto o enfermeiro repete vezes sem fim "mais uma que passou, menos uma que falta", referindo-se às contrações. Entre os dois, alguém se há-de lembrar das respirações, das posições e, mais importante, de manter a calma. Espero eu...



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014


As últimas semanas têm passado a correr. Muito, muito trabalho e por isso longas horas no escritório. Espero ter tudo mais controlado durante este mês, para que março seja mais calmo e de preparação para a chegada do Samuel.

As compras estão quase todas feitas, falta-me apenas algumas coisas da farmácia (produtos de higiene, chupetas, biberão...) e umas camisas de noite para mim.

Falta também arrumar o quarto, mas já comecei a lavar as roupinhas! :)

Esta semana comecei o curso de preparação para o nascimento e gostei muito da primeira aula. Temos também consulta para ver como está o piqueno.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

1/52

Um retrato por semana, todas as semanas.

Sigo o blog Che & Fidel há talvez dois anos e tem sido uma fonte de inspiração, pelas lindíssimas fotos, pelas crianças, mas especialmente pelo modo de vida simples, ligado à terra, ao universo e ao minimalismo.

O Projeto 52 consiste em tirar uma foto por semana ao(s) respetivo(s) rebento(s), todas as semanas do ano. Parece-me uma excelente ideia e um registo para a posteridade muito bonito dos nossos filhos. 

O meu filho é por enquanto uma manifestação subcutânea, mas que merece um registo semanal ora pois. Mesmo que seja numa deprimente foto de casa de banho... A sério, tenho que ser mais criativa!


Samuel: 1kg de gente que nos tem feito tão, mas tão felizes.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

26 semanas - Nós por cá

2013 foi um ano montanha russa.
Começou devagar e a descer, a constatação de que a operação não tinha surtido efeitos, o juntar forças para pedir ajuda para conseguirmos engravidar, o primeiro tratamento falhado e depois sempre a subir com uma segunda tentativa que nos trouxe o nosso Samuel.



O meu bichinho que já mexe muito e cheio de força! Às vezes não acredito, olho-me ao espelho e estranho a barriga que vejo, compro uma pecinha de roupa e penso "a sério? estou a comprar isto para o meu filho?"
Ainda não anseio por ele cá fora, ao contrário do pai, para mim por enquanto aqui no forninho é que está bem.

Na semana passada fizemos análises de rotina, incluindo a prova de tolerância à glicose, não passei mal e os resultados foram normais. Esta semana temos consulta.

Somos mais felizes e não há outra maneira de pôr as coisas. 
Por muito bem que a vida pudesse correr bem noutros aspetos, a mágoa de um filho que não vem ensombra e desgasta. 
A nossa jornada não terminou, aliás ela está apenas a começar, nem será sempre tudo um mar de rosas, mas espero nunca me esquecer o que passámos para chegar aqui, nunca deixar de dar valor ao que é realmente importante e não tomar nada por garantido.

Feliz 2014!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Nós por cá - 23 semanas

Não tenho grandes novidades, está tudo a correr normalmente.

Tenho-me sentido bem e a barriga vai crescendo. Já praticamente não tenho enjoos, mas a azia aparece quase todos os dias. Também tenho tido algumas insônias.
O aumento de peso tem sido maior do que eu gostaria, mas o apetite tem sido mais difícil de controlar. E agora vem aí o Natal e a passagem de ano, m-e-d-o!

O Samuel vai mexendo durante o dia e se estiver parado muito tempo, às vezes como um rebuçado só para o voltar a sentir! :P

A próxima consulta é só para janeiro e este mês apenas temos análises.


Fraldas Reutilizáveis

Na lista de coisas a fazer quando tivesse um bebé só para mim sempre estiveram as fraldas reutilizáveis.

Ora se faço tudo ao meu alcance para reciclar, poupar e evitar desperdícios e poluição, porque não, pelo menos tentar, fazer o mesmo com as fraldas do bebé?

Não tenho experiência, nem noção real do trabalho acrescido que vão dar, mas tenho muita vontade de pelo menos experimentar.
Convenci, com algum custo, o marido. Mostrei-lhe sites, estudos com os benefícios para a saúde do bebé, para o ambiente e para a carteira (acho que foi esta última que o convenceu...). Para além dele não faço questão que contar a mais ninguém porque as reações são péssimas! Quem não tem filhos faz aquela cara de nojo e acha que é pura parvoíce, quem tem filhos, ri-se e diz-me que não sei do que estou a falar. Não houve ainda ninguém que me dissesse: ok, para mim não dava, mas experimenta e logo me dizes. O que me deixa enervada, porque na realidade ninguém experimentou e por isso sabem o mesmo que eu.

O plano é comprar algumas de modelos diferentes e depois experimentar com o Samuel para ver o que funciona ou não.
Aqui tenho que tirar o chapéu ao meu marido, depois da desconfiança inicial, tem pesquisado imenso na net, principalmente no Youtube (nunca me tinha lembrado disto), onde mães falam da experiência que têm, fazem demonstrações e dão conselhos. 

Fizemos duas encomendas de sites diferentes, mas ainda nenhuma chegou. Sou grande adepta das compras online e 90% das vezes sai mais barato e cômodo, mas com estas duas compras, chiça penico!! A encomenda internacional está à dias perdida no triângulo das bermudas que é a alfândega portuguesa e a comprada cá foi perdida pela transportadora e estou a aguardar que a loja resolva a situação. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Uma boa semana, a que passou.

Na 5ªf fomos ao centro de saúde, conhecemos a médica e o enfermeiro e gostamos bastante do atendimento. O objetivo não é ser seguida lá, mas posso precisar de alguma coisa e assim já sei como funciona. Ficou combinada a injeção imonoglobulina anti-D, acho que é assim o nome correto, para o inicio do ano, por causa da incompatibilidade de sangue entre mim e o marido. Fiz também a inscrição para o curso de preparação para o parto com início para fevereiro.

Na 6ªf fizemos a ecografia morfológica e continua tudo bem. Levei os meus pais para verem o neto e conhecerem como são as ecografias modernas, já que no meu tempo não havia nada disto! Eu passei um bocadinho mal no exame, mas acho que foi o acumular do cansaço da semana, dos nervos, das 2h de atraso da consulta e do calor que estava no hospital, mas nada de grave.

Agora, sem mais demoras, o pequeno Samuel:

do alto dos seus 450g e 23cm de gente
Nas palavras da minha sogra: tal e qual o meu filho quando nasceu! Achei que não valia a pena refutar...

E para terminar em grande, no fim de semana fizemos as primeiras compras para o piqueno: fraldas! Mas este é assunto para um outro post...

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Knock, knock

Quem está aí?



Pelo menos, eu acho que é ele

Tenho sentido desde o fim de semana uns toques. Não é aquele borbulhar que já tinha sentido, mas também não são gases. São uns toques leves e rápidos.
E o pai sentiu também, no domingo, depois de lancharmos, ele encostou a cara e as mãos à barriga e ficou à espera. Sentimos mexer algumas vezes, foi muito engraçado!!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Dizem que as grávidas ficam muito emotivas (leia-se choronas) por causa das hormonas, não sei se ainda é cedo para isso ou se sou a excepção, mas não notei diferença. E eu que sou de lágrima fácil, não chorava desde que soube que estava grávida, nem nas ecografias nem nada. 
Até ontem.

O nome estava escolhido por mim há muito, muito tempo
Antes que a médica confirmasse aquilo que já sabíamos, antes sequer de estar grávida. 
Não foi fácil convencer o meu marido, que tinha uma série de outras opções mas eu só tinha esta e expliquei-lhe o melhor que pude que eu sentia que era este o nome certo.

Depois de escolhido, tornou-se um segredo só nosso, a três.

Este fim de semana acabámos por contar aos meus pais, contei porque tive medo que o meu marido explodisse por não poder contar! Já vos disse que ele deixou de saber guardar segredos, não disse?

Eu sabia que era um nome bíblico, mas não sabia a história. Ontem o meu marido foi pesquisar isso mesmo na internet e encontrou isto.

Não consegui ficar indiferente, muito menos impedir as lágrimas de rolarem cara abaixo. Achei tão bonita a história, tão nossa. 
O meu menino, tão esperado e desejado, o meu Samuel.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

16 semanas

A consulta da semana passada correu muito bem! Tudo normal e evoluir bem com o bebé e as minhas análises também estão normais.

Já não restam dúvidas que vamos ter um menino!


É tão bom vê-lo, como ainda não o sinto, o tempo entre consultas gera sempre alguma preocupação.

Na semana passada, depois de um dia inteiro com as calças desabotoadas no escritório (muito profissional da minha parte!), decidi que era melhor comprar roupa adequada. As minhas calças servem-me, mas estar sentada com elas tornou-se desconfortável com a maioria. 
Não encontrei muita escolha, acabei por me decidir pela Vertbaudet que tem preços muito acessíveis. Encomendei dois pares de calças e um mini-pijaminha tão fofinho!
Não pensei que fosse precisar de roupa tão cedo, mas ando muito mais confortável!